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UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI ESCOLA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL PROPRIEDADES DOS MATERIAIS CIVIS LABORATÓRIO PROFª ADRIANA TRIGOLO

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UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI ESCOLA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL PROPRIEDADES DOS MATERIAIS CIVIS LABORATÓRIO PROFª ADRIANA TRIGOLO
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  UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI ESCOLA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL   Profª Adriana Trigolo 1 ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL PROPRIEDADES DOS MATERIAIS CIVIS   LABORATÓRIO   PROFª ADRIANA TRIGOLO ELABORADO POR PROFs. Adriana Trigolo  –  Daniele Cafange - Fernando Relvas e Michelli Garrido Silvestre 2015  UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI ESCOLA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL   Profª Adriana Trigolo 2 Sumário   Roteiro para apresentação dos relatórios   Ensaio 1: Massa específica do Cimento Portland   Ensaio 2: Massa unitária e % vazios do Cimento Portland   Ensaio 3: Finura do Cimento Portland (peneiramento)   Ensaio 4: Finura do Cimento Portland (Método de Blaine)   Ensaio 5: Consistência da pasta e Tempo de Pega do Cimento Portland   Ensaio 6: Moldagem de corpos de provas Argamassa   Ensaio 6.1: Ruptura dos CP ’ s de Argamassa aos 28 dias   Ensaio 7: Massa específica, massa unitária % vazios dos Agregados   Ensaio 8: Agregados: Umidade da Areia   Ensaio 9: Agregados: Inchamento da areia   Ensaio 10: Granulometria dos Agregados  UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI ESCOLA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL   Profª Adriana Trigolo 3 ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DOS RELATÓRIOS O RELATÓRIO DEVE CONTER OS SEGUINTES ELEMENTOS: Folha de rosto:  contendo a identificação da instituição, curso, componente curricular, titulo do trabalho, nome dos alunos e do professor e a data de entrega do relatório. 1. Sumário 2. Introdução 3. Materiais e Métodos 3.1.Materiais e Equipamentos utilizados 3.2.Procedimento de ensaio 4. Apresentação dos resultados 5. Conclusão 6. Referências  UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI ESCOLA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL   Profª Adriana Trigolo 4 AGLOMERANTES 1 CIMENTO PORTLAND Ensaio 1: Determinação da Massa Específica (γ) d o Cimento Portland (NBR NM 23: 2001) Introdução  A massa específica absoluta ou densidade absoluta de um material é a relação entre a massa (m) de uma determinada quantidade de material e o volume (v) por ele ocupado.  A massa especifica do cimento, não é um indicador da sua qualidade. Mas seu conhecimento é importante para a dosagem do concreto, sendo utilizada nos cálculos de consumo dos produtos na mistura. O valor da massa específica se faz necessário também para a execução da medida da superfície específica do cimento pelo método Blaine. Objetivo Determinar a massa específica do cimento Portland utilizando o frasco volumétrico de Le Chatelier. Materiais e Equipamentos   Frasco volumétrico de Le Chatelier, com 250 mm de altura e bulbo com aproximadamente 250 cm 3  de capacidade até a marca zero da escala.   Balança de precisão de 0,01g;   Recipiente com capacidade suficiente para conter a amostra de cimento;  UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI ESCOLA DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL   Profª Adriana Trigolo 5   Funil de vidro;   Termômetro;   Recipiente com água;   Espátula;   250 ml de líquido que não reaja quimicamente com o cimento (xilol ou querosene);   60 g de cimento. Procedimento 1) Coloca-se no frasco de Le Chatelier 250 ml de um líquido que não reaja com o cimento (xilol, querosene). 2) Em seguida coloca-se o frasco em uma vasilha com água para a equalização da temperatura, aguarda-se até que o atinja a temperatura da água e faz-se a 1ª leitura (L o ) na parte inferior do menisco. 3) A seguir, com auxílio de uma espátula e um funil de vidro, coloca-se no frasco os 60g de cimento, tendo-se o cuidado de evitar que o cimento fique aderido nas paredes do frasco acima do líquido. 4) Em seguida o frasco deverá ser fechado. Toma-se o frasco por sua parte superior, e inclinando-o, gira-se alternadamente num e noutro sentido, até que voltando-se à posição vertical, não haja imersão de bolhas de ar. 5) Submerge-se novamente o frasco no banho termorregulador, e uma vez alcançado o equilíbrio térmico, faz-se a leitura final (L f  ).
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