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Trabalho hermeneutica - caso

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Trabalho hermeneutica - caso
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  1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS  –  FACULDADE DE DIREITO TRABALHO  –  HERMENÊUTICA JURÍDICA Amanda Gonçalves Penna Ana Lídia de Souza Caroline Cavalheiro Grace Mabel Cerqueira 2º NA SANTOS 2013  2 ÍNDICE Introdução_______________________________________________03 Descrição do caso_________________________________________04 TI  –  Gramatical___________________________________________06 TI  –  Lógico-sistematica_____________________________________07 TI  –  Histórica_____________________________________________08 TI  –  Sociológica___________________________________________09 TI  –  Teleológica___________________________________________10 Conclusão_______________________________________________11  3 INTRODUÇÃO O presente trabalho é sobre, a análise de um caso real mediante as técnicas interpretativas que o hermeneuta deve utilizar, mais concretamente, o suposto caso se trata de um serial kiler, as técnicas interpretativas empregas são: gramatical, lógico-sistemática, histórica, sociológica e a teleológica. Está organizado em seis partes, na parte um será feita a descrição do caso, na parte dois a interpretação do caso mediante a técnica gramatical, na parte três a interpretação mediante a técnica lógico-sistemática, parte quatro a interpretação mediante a técnica histórica, na parte cinco a interpretação mediante a técnica sociológica e por fim na parte seis a interpretação mediante a técnica teleológica.  A metodologia aplicada foi o livro  –  HERMENÊUTICA E INTERPRETAÇÃO JURÍDICA, autor Ricardo Maurício Freire Soares, Ed. Saraiva.  4 DESCRIÇÃO DO CASO CASO EDMUND KEMPER  –  SERIAL KILLER Edmund kemper, era um serial killer. Ele matou oito mulheres sendo uma dessas a sua mãe, gostava de torturar e esquartejar os corpos e ninguém suspeitava de Edmund pois este fez amizade em uma delegacia de policia e dizia sempre que seu sonho era ser policial mas não podia por conta de seu tamanho. Ao perceber que poderia ficar famoso ao ser descoberto por seus crimes perfeitos ele mesmo se entregou logo após ter matado sua mãe, a policia de princípio não acreditou mais ele insistiu e deu características dos crimes que só o assassino saberia. E então os policiais foram busca-lo e ele esperou sentado para ser preso. Em seus depoimentos, Edmund admitiu guardar cabelo, dentes e pele de algumas vítimas como troféus. Também admitiu praticar canibalismo, dizendo preferir a carne da coxa de suas vítimas para fazer a caçarola com macarrão. Comia suas vítimas para que fizessem parte dele. Várias cabeças de vítimas foram enterradas no jardim de sua casa, viradas de frente para o quarto de sua mãe, já que ela adorava “ser vista” por todos. Edmund Kemper levou os policiais de Santa Cruz para todos os lugares que utilizava para se livrar dos corpos. James Jackson foi designado pela corte para ser seu advogado de defesa, e a ele só restou alegar que seu cliente não estava de posse das plenas faculdades mentais no momento dos crimes. Várias testemunhas foram trazidas para depor e tentar estabelecer a insanidade de Kemper, mas o promotor destruiu o depoimento de cada uma. O Dr. Joel Fort, testemunha de acusação, foi quem fez o maior estrago na estratégia da defesa: afirmou que o réu não era paranoico esquizofrênico. Para tanto, utilizou-se de todos os registros referentes ao assassino desde o Hospital Psiquiátrico de Atascadero, além de entrevistas com o réu. Afirmou que Edmund era obcecado por sexo e violência, tão carente de atenção que, durante o julgamento, tentara o suicídio cortando os pulsos com uma caneta esferográfica, mas de forma nenhuma insano. Fort também afirmou que, se Ed Kemper fosse solto, mataria outra vez o mesmo tipo de vítima. Durante as três semanas que durou o julgamento, nenhuma testemunha, incluindo suas irmãs e os médicos de Atascadero, conseguiram convencer o júri de sua insanidade. Quando perguntado a que pena deveria ser submetido para pagar seus crimes, Edmund respondeu: - Pena de morte por tortura. Os jurados deliberaram por cinco horas. Consideraram Edmund Kemper culpado de  5 assassinato em primeiro grau nos oito crimes. Foi condenado à prisão perpétua sem possibilidade de condicional. Só escapou da pena de morte por, na época, ela ter sido abolida no estado da Califórnia.  Após uma rápida passagem pelo Vacaville Medical Facility, Kemper foi enviado para a prisão de segurança máxima de Folsom pelo resto de sua vida. Ele ainda está atrás das grades. Deu extensas entrevistas a Robert Ressler, na época trabalhando como agente do FBI, para ajudar na elaboração de perfis criminais de serial killers. Na prisão, é considerado um serial killer genial, pois sem sua própria ajuda jamais teria sido preso e condenado. O quociente de inteligência (QI) dele é 145. Hoje é considerado um preso modelo com um coração de ouro e utiliza seu tempo livre traduzindo livros para o braile.
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