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# 31. Influência do tempo de exposição e distância da luz na fotopolimerização de compósitos

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# 31. Influência do tempo de exposição e distância da luz na fotopolimerização de compósitos
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  e14   rev port estomatol med dent cir maxilofac.  2014; 55(S1) : e 1– e 44 horas (T2) e 7 dias (T3). De forma a compreender as variac¸õesde cor observadas foi realizada uma análise complementarpor difrac¸ão de raio- X . A análise estatística foi efetuada como programa IBM® SPSS® Statistics, v20 e foram utilizados ostestes de Kruskal Wallis, Friedman, bem como ANOVA de umfator para comparac¸ão entre grupos (alfa=0,05). Resultados:  A variac¸ão da coordenada L* ao longo dosperíodosobservacionaisfoiestatisticamentesignificativaparatodos os grupos. A ANOVA determinou diferenc¸as significati-vas na variac¸ão de cor (  E) entre os grupos apenas entre T3 eT1(F=5,127,p=0,009)tendosidoencontradoumvalorsignifi-cativamente superior para o grupo 3 em relac¸ão aos grupos1 e 2 (p<0,05). A análise por difracc¸ão de raio- X  não reve-lou diferenc¸as ao nível dos compostos químicos encontradosentre os diferentes grupos. Conclusões:  A irradiac¸ão do MTA branco com uma luz LEDde largo espectro não provoca alterac¸ões de cor das amos-tras. O mesmo procedimento associado a um ambiente livrede oxigénio promovido por uma camada de gel de glicerinadetermina um escurecimento imediato e muito significativodas mesmas, o que não acontece quando a barreira isolantedo contacto com o oxigénio é obtida pela colocac¸ão de umacamada de resina hidrofóbica. No entanto, após 48 horas acolorac¸ão escura desaparece.http://dx.doi.org/10.1016/j.rpemd.2014.11.139 # 30. Avaliac¸ão do aumento da temperaturapulpar induzida por LEDs com recurso aredes de Bragg Clara Jacinta Rodrigues Rebelo ∗ , João CarlosRamos, Alexandra Vinagre, Ana Messias,Nélia Alberto, Rogério Nogueira Instituto de Telecomunicac¸ões, CampusUniversitário de Santiago – Aveiro; MestradoIntegrado em Medicina Dentária da Faculdade deMedicina da Universidade de Coimbra Objetivos:  O objetivo deste trabalho consistiu em reali-zar um estudo piloto in vitro para avaliar a variac¸ão datemperatura intrapulpar induzida por diferentes aparelhosfotopolimerizadores de LEDs com recurso a redes de Bragg gravadas em fibra ótica. Materiais e métodos:  Foram testados quatro aparelhos deLEDs, Bluephase 20i® (Ivoclar Vivadent), Demi Ultra® (Kerr),SPEC 3® (Coltène Whaledent) e Valo® (Ultradent) e 13 modosde fotopolimerizac¸ão. Destes, em nove efetuaram-se quatroemissõesconsecutivasdeluzcom30sdeintervaloentrecada.Nos restantes quatro modos aplicou-se um período de emis-são único. Três pré-molares extraídos por razões ortodônticasforam mantidos em soro fisiológico a 37 ◦ C  e usados nas 5horas seguintes à sua exodontia. Através de um pequenoorifício circular efetuado na face palatina ao nível da JAC afibra contendo o sensor de Bragg foi introduzida no centro dacâmarapulpar.Osdentesforamfixadosnumsuportedemodoa que as respetivas raízes ficassem imersas em água destiladaa 37 ◦ C. As pontas dos fotopolimerizadores foram posiciona-das e fixadas junto à face vestibular das coroas dos dentesprocedendo-seàativac¸ãodosaparelhosnosdiferentesmodosavaliados. A análise estatística foi realizada recorrendo aoprograma estatístico IBM® SPSS® Statistics, v20 e foram utili-zados os testes de Kruskal Wallis, Mann-Whitney, Friedman eANOVA mista para a comparac¸ão dos grupos (alfa=0.05). Paraestabelecer uma associac¸ão entre a densidade de energia e avariac¸ão de temperatura recorreu-se à correlac¸ão de Pearson. Resultados: Algunsmodos/aparelhosdefotopolimerizac¸ãoinduziram um aumento significativo da temperatura pul-par acima dos 5,5 ◦ C. Verificou-se um efeito cumulativo doaumento da temperatura intra-pulpar em todos os modos,emboranemsempreestatisticamentesignificativo.Nãoforamencontradas diferenc¸as significativas no aumento da tempe-ratura pulpar entre modos de polimerizac¸ão com emissões dedensidades de energia similares. No entanto, foi encontradauma forte correlac¸ão positiva entre a densidade de energia eo aumento da temperatura intra-pulpar (R=0,658; p=0,01). Conclusões:  Os modos de fotopolimerizac¸ão com emis-são de densidades de energia mais elevadas induzem ummaior aumento da temperatura intra-pulpar. Nas condic¸õesdo presente estudo as redes de Bragg gravadas em fibra óticaaparentam ser um método viável para avaliac¸ão da tempera-tura intra-pulpar.http://dx.doi.org/10.1016/j.rpemd.2014.11.140 # 31. Influência do tempo de exposic¸ão edistância da luz na fotopolimerizac¸ão decompósitos Ana Borges ∗ , João Pitta-Lopes, Jaime Portugal Faculdade de Medicina Dentária da Universidadede Lisboa; UICOB (unidade ID n ◦ 4062da FCT) Objetivos:  Avaliar a influência da distância da luz aocompósito e da duplicac¸ão do tempo de fotopolimerizac¸ãorecomendadopelofabricantenacapacidadedepolimerizac¸ãode compósitos. Materiais e métodos:  Foram fabricados 160 discos de com-pósito de dimensão padronizada (diâmetro - 5mm; espessura- 2mm). Todos os discos foram fotopolimerizados atravésde uma matriz de acetato com um Ortholux LED (3M, 950mW/cm2). As diversas combinac¸ões possíveis entre compó-sito [FiltekTMSupreme XTE (3M ESPE), FiltekTMSilorane (3MESPE), Grandio®SO (Voco) e Herculite® XRV Ultra (Kerr)], dis-tância entre a extremidade da ponta condutora de luz e asuperfície do disco de compósito (0, 2, 4, 6mm), e tempo deexposic¸ão à luz (recomendado pelo respetivo fabricante, 2xrecomendado pelo fabricante) condicionaram a constituic¸ãode 32 grupos experimentais (n=5). A superfície do disco decompósito mais perto da fonte luminosa foi denominadade topo e a mais distante de base. Os espécimes foramarmazenados em meio seco, no escuro e à temperatura ambi-ente durante 1h, e foram realizados testes de microdurezaKnoop (HK) no topo e base dos espécimes. Em cada superfí-cie foram realizadas 3 medic¸ões e a sua média representouo HK dessa superfície. O ratio de microdureza foi calculadodividindo o topo pela base (ratio superior a 0,80 indica corretapolimerizac¸ão da base do disco de compósito). Os dados deHK foram analisados com testes de Kruskal-Wallis e Mann--Whitney (alfa=0,05).  rev port estomatol med dent cir maxilofac.  2014; 55(S1) : e 1– e 44  e15 Resultados:  O valor médio de HK no topo variou entre 33,0(Silorane,6mm,fabricante)e66,3(GrandioSO,0mm,2xfabri-cante) e na base entre 22,7 (Herculite, 6mm, fabricante) e 64,8(GrandioSO, 0mm, 2x fabricante). Tanto o tipo de compósito(p<0,001) como a distância da luz (p=0,003) influenciaram deforma significativa a HK do topo dos espécimes. No entanto,a HK do topo não foi influenciada pelo tempo de exposic¸ãoà luz (p=0,457). O aumento do tempo de exposic¸ão permitiu,com uma distância de 4mm, obter um ratio de microdurezaigual ou superior a 0,80 em todos os compósitos estudados.Em nenhuma das situac¸ões experimentais com a fonte de luza 6mm foi obtida uma correta polimerizac¸ão. Conclusões: Oaumentodadistânciaàluzdiminuiuacapa-cidade de fotopolimerizac¸ão do compósito. A duplicac¸ão dotempo de fotopolimerizac¸ão permitiu a obtenc¸ão de um ade-quado grau de conversão com a fonte de luz a 4mm.http://dx.doi.org/10.1016/j.rpemd.2014.11.141 # 32. Condicionamento dentinário paraadesão: caracterizac¸ão ultramorfológica Daniela Santos Soares ∗ , João Carlos Ramos,Vânia Daniela Santos Sobral, Ana LuisaCosta, Alexandra Vinagre  Área de Medicina Dentária da Faculdade deMedicina da Universidade de Coimbra Objetivos:  Este estudo piloto visou analisar e descre-ver o padrão de condicionamento dentinário promovido pordiferentessistemasadesivosemdentestemporárioseperma-nentes. Materiais e métodos:  Efetuaram-se cortes axiais em den-tina coronária de 6 dentes (3 temporários 3 permanentes)usando uma serra de precisão (Exackt 300 CL/CP). Os cortessequenciais de 1mm de espessura foram polidos com lixas deágua de grão decrescente de modo a produzir uma camadauniforme smear layer. Foram delineados 5 grupos de estudoem func¸ão da interac¸ão com a smear layer: 1- smear layer nãotratada(grupocontrolo);2-condicionamentocomácidofosfó-rico a 36% (DeTrey® Conditioner 36, Dentsply) e lavagem com jato de ar e água durante 15 segundos; grupo 3 - aplicac¸ãoativa de um primer de um adesivo auto-condicionante emdoispassos(ClearfilTMProtectBond);grupo4-aplicac¸ãoativade um adesivo autocondicionante de um passo (ClearfilTMS3 Bond Plus); e grupo 5 – aplicac¸ão ativa de um sistemaadesivo universal (ScotchbondTM Universal) no modo auto--condicionante. Os adesivos não foram polimerizados parapossibilitar a sua remoc¸ão. De modo a reduzir o efeito davariabilidade do substrato todos os materiais foram aplica-dos em sub-amostras provenientes dos mesmos cortes axiais.As amostras foram posteriormente desidratadas, recobertascomouro-paládioeobservadaspormicroscopiaelectrónicadevarrimento. Resultados: Aavaliac¸ãoqualitativadasimagensdemicros-copiasugerequeopadrãodedesmineralizac¸ãomaisagressivoe profundo para ambos os tipos de dentina foi obtido com oácido fosfórico que promoveu a remoc¸ão completa da smearlayer e dos smear-plugs. O primer do adesivo autocondici-onante de dois passos proporcionou uma maior dissoluc¸ãoda smear layer e profundidade de desmineralizac¸ão do que osistemaautocondicionantedeumpasso;oadesivodotipouni-versal parece ser o que menor desmineralizac¸ão e dissoluc¸ãoda smear layer produz; a profundidade de desmineralizac¸ãodentinária e de dissoluc¸ão da smear layer dos sistemas auto-condicionantesfoimaisacentuadanadentinatemporáriaquena dentina definitiva. Conclusões:  Existem diferenc¸as acentuadas na profundi-dade de desmineralizac¸ão e de dissoluc¸ão da smear layerpor parte das diferentes estratégias adesivas. O comporta-mentodosmateriaisadesivosdifereconsoanteseaplicamemdentina temporária ou definitiva, nomeadamente os sistemasautocondicionantes.http://dx.doi.org/10.1016/j.rpemd.2014.11.142 # 33. Selamento Apical: Técnica deCondensac¸ão Lateral vs Thermafil® Maria Teresa Pinto Biscaia Godinho ∗ , AndréArdérius, Miguel Martins, Miguel AgostinhoCardoso, Manuel Paulo Universidade Católica Portuguesa Objetivos:  O tratamento endodôntico, não cirúrgico, éconstituído por três grandes fases: acesso endodôntico, pre-paro biomecânico e obturac¸ão canalar. Um dos requisitosprimordiais para alcanc¸ar o sucesso do tratamento é aadequada obturac¸ão do sistema de canais radiculares. Aolongo dos anos têm sido introduzidas diferentes técnicasde obturac¸ão com a finalidade de melhorar os resultadosdo tratamento. O objetivo deste estudo in vitro foi ava-liar a capacidade de selamento apical de duas técnicas deobturac¸ão distintas: a Técnica de Condensac¸ão Lateral e aTécnica de Obturac¸ão Thermafil® para concluir qual pro-porcionará melhores resultados no isolamento dos canaisradiculares. Materiais e métodos:  Selecionaram-se quarenta e quatrodentes monorradiculares, retos ou com ligeira curvatura api-cal. Após a preparac¸ão biomecânica, quarenta dentes foramdivididos aleatoriamente em dois grupos experimentais e osrestantesemdoisgruposcontrolo.Cadadentefoiisoladopelaaplicac¸ão de verniz até 2 a 3mm do ápice radicular, à excec¸ãodo controlo negativo que foi totalmente envernizado. A capa-cidadedeselamentoapicalfoideterminadaapósaimersãodoterc¸o apical em azul-de-metileno a 2%, a 37 ◦ C  durante 7 dias.Para a medic¸ão linear da quantidade de infiltrac¸ão do corantefoi realizado um corte longitudinal ao longo do eixo dentárioe analisado através do microscópico. Resultados:  A técnica de obturac¸ão Thermafil® apresen-tou uma média de infiltrac¸ão e um desvio-padrão superior àtécnicadecondensac¸ãolateral.Noentanto,naanáliseestatís-ticadosresultados,opresenteestudo,verificouquenãohaviadiferenc¸as estatisticamente significativas entre a capacidadede selamento apical da Técnica de obturac¸ão Thermafil® e aTécnica de Condensac¸ão Lateral. Conclusões:  Nas condic¸ões do estudo nenhuma técnicade obturac¸ão impediu a infiltrac¸ão apical de azul-de--metileno. Acreditamos que o sucesso de qualquer técnicadepende do conhecimento da metodologia, do respeito pelas
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