Screenplays & Play

12 pages
206 views

11 exemplos de plantas transgênicas comercializadas no Brasil que saíram deformadas (deleções, recombinação, repetições em tandem ou invertidas, fragmentos transgênicos rearranjados espalhados pelo genoma, etc).

Please download to get full document.

View again

of 12
All materials on our website are shared by users. If you have any questions about copyright issues, please report us to resolve them. We are always happy to assist you.
Share
Description
11 exemplos de plantas transgênicas comercializadas no Brasil que saíram deformadas (deleções, recombinação, repetições em tandem ou invertidas, fragmentos transgênicos rearranjados espalhados pelo genoma, etc).
Transcript
  11 exemplos de plantas transgênicas comercializadas no Brasil que saíram deformadas (deleções, recombinação, repetições em tandem ou invertidas, fragmentos transgênicos rearranjados espalhados pelo genoma, etc). Milho Transgênico MON810 Em Smith (2007, p.113), lê-se que o MON 810, recentemente aprovado por esta Comissão Técnica Nacional de Biossegurança para plantio generalizado em todo o Brasil, incorpora no DNA do Milho apenas 70% do gene intencionado (cry1Ab). Isto permite caracterizar a imprecisão do processo, já referida por Hernandez et al.(2003) e Holck et al. (2002), que também identificaram provável modificação no final do transgene, permitindo incluir o evento MON810 no conjunto de casos onde há comprovação cientifica de deleções e rearranjos nas seqüências inseridas, conseqüência da falta de controle inerente ao processo. [2] - Hernandez et al. (2003) e Holck et al. (2002) identificaram (analise PCR) que o milho MON810 apresenta deleção de uma parte do transgene de interesse (cry1Ab) e deleção completa do terminador (T-Nos). [4,5] - - Rosati et al. (2008), identificaram (através de re-sequenciamento de 476 pb na bordadura 3' , para alem das 598 pb já estudadas por Hernandez et al. , 2003), que a inserção do transgene (do Mon810) se deu em seqüência genômica com 80% de semelhança de codificação para uma ubiquitina-ligase. Sabe-se que as ubiquitinaligases são enzimas importantes para a regulação de várias funções celulares, a exemplo da degradação de proteínas defeituosas. Os mesmos autores também observaram a presença de outras ORF candidatas, sugerindo riscos de expressão de novas toxinas inseticidas “hibridas”. [4,5] - Zolla et al. (2008), em análise proteômica de duas gerações subsequentes (denominadas de T05 e T06) do MON 810, utilizando como controle suas respectivas linhas isogênicas (WT05 e WT06), identificaram alteração em 43 proteínas. Interpretaram esta condição como relacionada ao transgene inserido por biobalistica. Destas 43 proteínas, 14 tiveram sua expressão reduzida, 13 apresentaram sua expressão aumentada, 7 correspondem a produtos novos e 9 deixaram de expressar seus produtos. Os autores ainda verificaram que uma das novas proteínas (SSP 6711) corresponde a 50 kDa gama zeina, cujas propriedades alergênicas são bem conhecidas. Além disso, várias proteínas importantes ao armazenamento de sementes (como globulinas e outras similares às vicilinas expressas no embrião) apresentaram formas truncadas, revelando massas moleculares significativamente menores que as das proteínas nativas. Além da proteína zeina destacada por Zolla et al. (2008), relativamente ao MON 810, Kroghsbo et al. (2008) também apresentam novas informações relativas a possíveis riscos alergênicos. [3,4,5] Tenfen et al (2013) também acharam diferenças entre o milho convencional e o milho transgênico da Monsanto MON810 do tipo Bt (modificado para produzir toxinas inseticidas e matar as lagartas que dele se alimentam). Os experimentos foram conduzidos em dois agroecossistemas distintos, nos municípios catarinenses de Campos Novos e Chapecó. Os pesquisadores encontraram 16 proteínas diferentes entre os dois tipos de milho em cada local de cultivo (32 proteínas diferentes no total); ou seja, as diferenças são altamente dependentes do ambiente e por isso são ainda mais difíceis de serem previstas, sendo que as evidências sugerem que o milho convencional é mais estável, ou seja, varia menos em relação ao milho GM nos diferentes ambientes. As funções moleculares dessas proteínas foram atribuídas principalmente ao metabolismo energético, metabolismo de resposta da planta, metabolismo de processamento de informação genética e metabolismo de estresse.[6,7] Cada uma dessas proteínas diferentes encontradas poderia causar uma alteração em uma rota metabólica ou uma interação dentro da célula, que por sua vez poderia gerar novas características nas plantas, com possíveis efeitos sobre a saúde humana/animal ou o meio ambiente. [6,7]  Adicionalmente, pesquisas independentes com linhagens não brasileiras do Milho Guardian concluíram que houve rearranjamentos por ocasião da transformação genética. [1] O gene engenheirado não contempla todos os aminoácidos codificados no gene nativo, podendo produzir somente o núcleo inseticida da toxina, que pode atacar um conjunto muito mais amplo de organismos não alvo do que o gene nativo. Além disso, a empresa não informou qual a seqüência de bases nem dos aminoácidos que estão presentes nas linhagens do Milho Guardian, informando somente a seqüência do transgene contido no vetor de transformação genética. [1] Milho Transgênico NK603 O governo da Aústria questionou discrepâncias na análise bioinformática das regiões flanqueando genômicas no milho evento NK603. Já o site agbios, usado bastante pela CTNBio como referência bibliografica nos seus pareceres de liberalização comercial de transgênicos, cita, “ No aspecto molecular, também mencionado um menor fragmento invertido, uma alteração de dois nucleótidos em um dos transgenes que conduzem a uma proteína em que um dos aminoácidos é diferente (chamado "CP4 EPSPS L214P" para distingui-lo a partir do destina "CP4 EPSPS"), e integração do fragmento de DNA a partir de um cloroplasto para o DNA do núcleo. [9] Membros da CTNBio e pareceres AD HOCS feitos a pedido da CTNBio também viram problemas genéticos: Quanto à possibilidade de haver outros efeitos adversos, a requerente afirma que as únicas proteínas exógenas produzidas no milho NK603 seriam as já referidas acima. Entretanto, não mostra de forma cristalina se o procedimento de bombardeamento do fragmento do DNA de interesse não teria produzido outras modificações não intencionais no genoma do milho. Há evidências de que os métodos de introdução de transgenes no genoma de plantas estão longe de serem precisos. Com efeito, o gene introduzido srcinalmente com a intenção de codificar a produção da proteína CP4 EPSPS, no milho modificado passou a produzir também a proteína EPSPS L214P, ou seja, houve modificação não intencional no DNA introduzido. A requerente informa que no processo de transformação outras modificações no genoma do milho também aconteceram (fls.69-70), mas a interpretação que apresenta sobre esse fenômeno e suas possíveis conseqüências sobre a segurança alimentar é um tanto especulativa (fl.89), nem o artigo citado mais adiante (fl.549) esclarece a questão completamente e tampouco os materiais testados se referem às variedades que a requerente pretende ter o cultivo liberado no Brasil. [8] Num estudo revisado por pares (peer reviewed), recém publicado pela revista Nature, mostra que devido a transformação genética, o transgênico NK603 apresenta diferenças profundas de composição quando comparado ao seu parental não transgênico. [10] O aumento acentuado da putrescina e especialmente da cadaverina é uma preocupação, uma vez que estas substâncias são potencialmente tóxicas, sendo relatadas como potenciadores dos efeitos da histamina, aumentando assim as reações alérgicas, e ambos têm sido implicados na formação de nitrosaminas cancerígenas com nitrito em produtos cárneos. [10] Foi também noticiado pelo estudo que 117 proteínas e 91 pequenas moleculas foram achados estatisticamente alterados no transgênico NK603 pela transformação genética. Os pesquisadores desse estudo concluem que o transgênico NK603 não é equivalente ao milho convencional ( não transgênico) e que a transformação genética é o que causou as alterações nas proteínas e na composição metabólica no transgênico NK603. [10] Milho Transgênico Bt11  Em 25 de Novembro de 2003, a Agência de Segurança Alimentar Francesa apontou a falta de dados e estudos de toxicidade para o milho doce e indicou que potenciais efeitos inesperados, devido a uma interferência de transformação genética com o metabolismo específico deste milho, não podem ser excluídos [12] Estudos pelas autoridades belgas questionam a qualidade do trabalho feito pela Syngenta para identificar se os genes tinham sido inseridas como esperado. Eles descobriram que havia "incertezas relativas aos dados moleculares", fragmentos de DNA presentes inesperados que precisam ser investigados, e que o Bt11 pode ter sido contaminado por um transgênico anteriormente (Bt176). [12] Existem dúvidas no que tange à estabilidade do evento sendo estudado. Estas dúvidas foram levantadas pela Comissão Belga de Biossegurança. Entre as principais considerações estão o fato de investigações independentes terem encontrado rearranjos e inserções inesperadas na construção e existirem indícios de que existem multiplas cópias da inserção, não apenas uma como afirmado pela Syngenta. Também são levantadas dúvidas quanto a fragmentos T35s não esperados encontrados presentes no inserto primário, assim como observam que não são apresentadas as sequências de regiões vizinhas ou que foram feitas análises da possibilidade de ocorrência de ORF quiméricos nessas regiões. Há também a consideração de autores sobre a possibilidade desta inserção ter ocorrido em urn transposon, o que poderia significar uma potencial distribuição não controlada desta inserção nos cromossomos do milho (Ho, 2004), contrariando a afirmação de estabilidade da transformação. [13] Existem trabalhos que apontam a possibilidade de mutações induzidas pela transforrnação de plantas e/ou pelo cultivo de tecido utilizado no processo de seleção de plantas transformadas (Latham et al., 2006, J. Biomedicine and Biotechnology 2006:1-7). Tanto estas mutações quanto a possibilidade de distribuição do inserto no genoma do milho devem ser profundamente analisadas, não bastando para isso os trabalhos apresentados de substancial semelhança entre variedades transformadas e não-transformadas de milho BT No caso do milho,sendo possível uma contínua polinização de cultivares locais, sem controle algum da posterior seleção e manutenção de germoplasma, aumenta o risco potencial de mutações. [13] Devido à falta das informações relativas às condições de hibridização, os dados apresentados não são válidos e nem suficientes para afirmar que o milho Bt11 não apresenta nenhum elemento genético adicional indesejado (como por exemplo, do gene amp, que confere resistência a eritromicina, estreptomicina e espectinomicina), mesmo que não íntegros (o que dificultaria sua detecção, sob condições de “alta” estringência), inseridos em qualquer outra parte de seu genoma, além da inserção já caracterizada no referido documento. [14] Embora o objetivo do trabalho intitulado “Caracterização Molecular Adicional do Milho do Evento Bt11 por Análise Southern” seja o de fornecer evidência sobre a natureza de cópia única do Evento Bt11, os dados apresentados não esgotam a possibilidade de ter ocorrido mais de uma inserção da construção genética completa na planta. [14] Ao analisar o documento “Novo seqüenciamento da inserção do Bt 11 e comparação com a seqüência anteriormente registrada do Bt11”, percebe-se que as seqüências flanqueadoras da construção genética inserida apresentam algumas particularidades. [14] Comparando-se as seqüências upstream e downstream à inserção apresentada, verifica-se em ambas uma altíssima similaridade. Em uma região de mais de 200 bases de cada lado do inserto é possível verificar uma similaridade maior de 97%. Além disso, dentro de cada uma dessas seqüências de 200 bases há, ainda, uma seqüência de 13 bases que ocorre quatro vezes e que apresenta 100% de similaridade com as primeiras bases do primer  forward fornecido pela empresa proponente para a detecção do evento Bt11. Tais observações podem indicar que a construção genética que deu srcem ao evento Bt11 pode ter se inserido em uma região de DNA repetitivo. [14] O método de transformação das plantas de milho que geraram o evento Bt11 não é sítio específico e leva à inserção da seqüência de DNA, no genoma da planta, de forma parcialmente aleatória, nos locais onde ocorrem o mesmo sítio de restrição das extremidades do inserto. [14] Esta baixa especificidade, considerando o grande número de locais de inserção, aumenta a possibilidade de efeitos adversos ou alterações na expressão de outros genes (efeitos epistáticos e pleiotrópicos). Por exemplo, se a construção genética insere-se em um gene envolvido na regulação de um constituinte tóxico, esta inserção pode levar a uma mudança dos níveis desta substância presente na planta. [14] Outro aspecto relevante, e também já abordado, diz respeito a determinação do número de inserções ocorridas no evento de transformação, pois quanto maior o número de inserções ao acaso, maior é a probabilidade de ocorrerem efeitos epistáticos e pleiotrópicos imprevisíveis. [14] Milho Transgênico GA21 Um fato muito estranho é em relação ao tamanho da inserção do GA21. No Apêndice 2, fig. 9, p.29, o tamanho da inserção do GA21 está indicado como 16336 pb. Quando se fez a somatória das 6 cópias [(148+79+496+393+1338+272) + 3431 + 3431 +3431 + (843+79+496+393+291) + (842+73)] obteve-se um total de 16036 pb. Pergunta-se: onde estão os 300 pb faltantes? Poderia esta diferença ser por um erro de cálculo, ou então pelo fato de que esses pb não foram identificados. [15] Por fim, a organização do transgene no Evento GA21 indica que ocorreu uma mistura das seqüências genéticas, o que poderá criar novas ORFs que codificam para proteínas potencialmente perigosas para a saúde humana e para o meio ambiente. Casos similares já foram observados na literatura internacional (Svitashev et al., 2002). [15] Não existem dados científicos comprovando a ausência de parte do cassete de expressão do gene mepsps privado do promotor do gene da actina 1 do arroz em outros locos do milho GA21. A presença de uma ou várias outras copias do inserto incompleto deve ser verificada no genoma do milho GA21 usando um conjunto de sondas especificas às diversas seqüências genômicas no cassete do gene mepsps. Sem essa confirmação, a caracterização molecular do milho Evento GA21 não pode ser considerada como completa, impedindo qualquer conclusão relativa a sua biossegurança. [15] Sabe-se que muitas mudanças não intencionais e inserções ocorreram nas plantas parentais. Por exemplo, GA21 é conhecido por ter 3 cópias completas do fragmento. Uma cópia tem uma substituição de pares de bases na região terminadora NOS. Para além destas cópias completas, estão presentes 3 outras cópias com deleções individuais específicas. Como resultado, existe uma ruptura identificada de um gene genomico de milho e de vários novos ORFS (open reading frames), que foram criados (EFSA 2015b). A investigação dentro dos ORFS mostra semelhanças com proteínas alergénicas conhecidas. A EFSA (2015a) pressupõe que é improvável que estas proteínas sejam expressas nas plantas. No entanto, não foram realizadas investigações empíricas (nem nas plantas parentais nem nos eventos empilhados) para provar de que essas proteínas não ocorrem. [36] Alguns países europeus também viram problemas genéticos com o GA21. [17] A Aústria diz, por exemplo: “A descrição molecular fornecida pelo requerente neste dossiê mostra que existem várias cópias do fragmento de restrição utilizado para a transformação inserido como um troço  contíguo de DNA transgênico. Estes compreendem 3 cópias de comprimento completo do fragmento e uma cópia com uma substituição de pares de bases na região terminadora NOS. Além dessas cópias completas, estão presentes 3 outras cópias com deleções individuais específicas. A alteração molecular presente após inserição compreende, por conseguinte, uma ruptura identificada de um gene genomico de milho, a criação de várias novas ORFs putativas nas regiões de fronteira (2 ORFs na extremidade 5') e 2 outras ORF putativas 3' do inserto, mas em grande proximidade com o promotor inserido. Os argumentos apresentados pelo notificador para concluir que estas alterações moleculares não têm efeitos negativos não intencionais, não se baseiam em dados experimentais. Por exemplo, as novas homologias putativas de ORFs para alérgenos conhecidos e tóxinas foram investigadas in silico contra uma base de dados a partir de 2005. Uma vez que os dados de testes diretos não são fornecidos, não está claro se estas alterações têm qualquer efeito fenotípico sútil no milho GA21”. [17] Já a Holanda: “Apenas as sequências flanqueadoras foram analisadas para ORFs putativas e não o inserto completo com as seis regiões contíguas derivadas do fragmento Notl de 3,4 kb. Uma vez que as seis cópias na inserção contêm genes truncados e mutados, é possível que novas ORFs putativas sejam formadas, que possam ser perigosas para a saúde humana e ao meio ambiente. Portanto, a análise da inserção para a presença de novos ORFs putativos e sua análise bioinformática seria relevante”. [17] Milho Transgênico T25 Possui vários ORFs e outras deformações, como presença de um segundo P35S truncado e rearranjado na extremidade 5 '. [31,20,11] Já a ANVISA diz que há insuficiência dos estudos sobre a caracterização molecular. [21] Segundo a ANVISA: “Em relação ao gene de resistência a Ampicilina (gene bla), a empresa informa que, por meio do seqüenciamento do inserto, o referido gene foi fragmentado e perdeu sua funcionalidade no genoma do milho. No entanto, para tal afirmação ser feita com segurança, e pela existência de outras possíveis ORFs (Open Reading Frames), análises específicas e de alta sensibilidade deveriam ter sido conduzidas, a exemplo da análise de Western blot, com a indicação de controle positivo de marcação, presença de marcadores de peso molecular, etc. [21] Ainda, no caso dessas cópias não serem de fato funcionais para o milho, a Empresa não apresentou dados para assegurar que tais regiões, mesmo com as deleções, não são passíveis de serem expressas em bactérias. A preocupação com a transferência horizontal desses genes para bactérias da microbiota intestinal ou mesmo para bactérias do solo é iminente. A análise de risco, considerando a funcionalidade desse gene truncado em bactérias, é fundamental para garantir a segurança desse organismo”. [21] Além disso, as figuras acerca da caracterização molecular (fotos de géis, Southern e Northern blots) estão ilegíveis, comprometendo o entendimento/interpretação dos resultados. A ANVISA teve prejudicada a sua condição para analisar os dados apresentados sobre a caracterização molecular porque recebeu da CTNBio cópia do processo com fotos de géis, Southern e Northern blots ilegíveis. [21] Milho Transgênico MON89034XNK603 A empresa relata que no material resultante do cruzamento do evento MON89034 x NK603, exista uma baixa probabilidade de ocorrerem interações moleculares entre os insertos dos
We Need Your Support
Thank you for visiting our website and your interest in our free products and services. We are nonprofit website to share and download documents. To the running of this website, we need your help to support us.

Thanks to everyone for your continued support.

No, Thanks
SAVE OUR EARTH

We need your sign to support Project to invent "SMART AND CONTROLLABLE REFLECTIVE BALLOONS" to cover the Sun and Save Our Earth.

More details...

Sign Now!

We are very appreciated for your Prompt Action!

x